Desarrollo Sostenible y el Gerente de Proyectos

Desarrollo Sostenible y el Gerente de Proyectos

La sostenibilidad es un concepto interesante. Se ha utilizado en el sentido del medio ambiente de nuestro planeta, pero el 20 de marzo de 1987, la Comisión Berundtland de las Naciones Unidas ha utilizado un concepto diferente de la sostenibilidad como parte del concepto de desarrollo sostenible “el desarrollo que busca satisfacer las necesidades de la generación presente sin comprometer la capacidad de las generaciones futuras para satisfacer sus propias necesidades ”

Es curioso ver cómo todavía tenemos un concepto para recordarnos cómo podemos ser mejores personas, para lograr una sociedad mejor. “Sentido común no es acción común,” dice Shawn Achor.

Las personas que participan en los proyectos deben pensar de manera responsable, tomando decisiones que beneficien no sólo a la empresa, sino también a la sociedad y el medio ambiente. Como profesionales de la gestión de proyectos tenemos que mantener el equilibrio entre los tres pilares de la sostenibilidad: Económico, Social y Ambiental en los proyectos.

En este punto y con esta responsabilidad nos vienen muchas preguntas a la mente: ¿Cómo podemos integrar las mejores prácticas de Gestión de Proyectos, Responsabilidad Social, Energía, Medio Ambiente, Calidad, Partes Interesadas, Finanzas, Compras, etc?. Suena confuso. Es una gran cantidad de información y, al final, no es fácil de implementar. Por suerte tenemos a disposición un framework que integra todos estos conceptos es un framework que nos guía hacia la integración de la sostenibilidad en los proyectos.

Como dice Joel Carboni “La sostenibilidad comienza con la Gestión de Proyectos!”

The GPM® Reference Guide to Sustainability in Project Management.

“Con más de 65 años de experiencia combinada en gestión de proyectos, los autores Joel Carboni, Mónica González, y Jeff Hodgkinson crearon un guía de referencia para la gestión de proyectos con las mejores prácticas para la integración de la sostenibilidad con base en la metodología PRiSM.

La creencia de que la Gestión de Proyectos puede conducir – en la práctica, no sólo en teoría – un planeta y una economía sostenible, este libro de 157 páginas, cubre los principales aspectos de la sostenibilidad relacionando las normas internacionales, la nueva norma ISO 21500 sobre Gestión e Orientación de Proyectos, así como la forma de construir un plan de manejo sostenible utilizando el Método GPM® P5 ™ ”

Existe la versión en español. Puedes dar un vistazo a este ebook en:  http://www.greenprojectmanagement.org/the-p5-standard

Y usted? Integra la sostenibilidad en sus proyectos?

Robobraille em Portugal e no Mundo

RoboBrille.

Ao ler o livro Comunicar e Integrar, organizado por Augusto Deodato Guerreiro, encontrei um capítulo interessante dedicado a um projeto financiado pela Comissão Europeia, associado ao programa eTEN, com a finalidade de validar o serviço Robobraille Dinamarquês.

Esta validação foi realizada em cinco países: Chipre, Irlanda, Itália, Portugal e Reino Unido. O consórcio foi liderado pelo Synscenter Refsnæs (Dinamarca), e esteve integrado pelas seguintes organizações: St Josephs (Irelanda), Royal National College for the Blind (Reino Unido), ANS Associazione Nazionale Subvedenti (Italia), Pagkypria Organozi Tyflon (Chipre) e o Centro de Inovação para Deficientes (Portugal).

O serviço é simples, o RoboBraille oferece uma ferramenta que realiza a conversão de texto para Braille ou voz. Os utilizadores enviam os seus documentos como anexos em e-mails, e os recebem convertidos para Braille ou voz sintética.

Apesar do projeto já ter terminado há algum tempo (em 2007), têm sido realizadas algumas atividades, aproveitando o resultado deste projeto e de outros projetos.

  • Um acordo para desenvolver uma voz sintética da Gronelândia (Setembro 2013),
  • Criação do Projeto Robobraille Leonardo da Vinci. (Outubro 2013),
  • Criação do Projeto Prospery4all com o Robobrille como serviço chave. (Fevereiro 2014), e
  • mais recentemente, o serviço Robobraille lançado na Românica e na Bulgária (Abril 2014).

O projeto RoboBrille recebeu varios prémios:

  • 2008 Well-Tech award for Innovation and Accessibility, Itália,
  • 2007 Social Contribution Award, British Computer Society, Reino Unido,
  • 2007 Pricess Birthday Grant, Kjaeden, Dinamarca,
  • Projeto eTEN do Mês, Junho de 2007, Comissão Europeia,
  • Nomeado para Projecto eTEN do Ano de 2007, Comissão Europeia,

Conheça mais sobre este projeto em http://www.robobraille.org/

Como A Cultura de Gestão de Projetos Pode Afetar a Rentabilidade

Como A Cultura de Gestão de Projetos Pode Afetar a Rentabilidade.

Implementar os processos associados à gestão de projetos trás muitos benefícios. Analisemos só um deles: a rentabilidade.

#1 Entendendo a rentabilidade numa empresa SEM uma cultura de Gestão de Projetos

Muitos profissionais que ainda não utilizam a gestão de projetos, fazem mais ou menos uma análise de custo, colocam mais ou menos uma margem para a rentabilidade do projeto, apresentam a proposta ao cliente e se for aprovada começam a trabalhar no projeto.
Ao começarem a trabalhar, começam as surpresas… O custo não era bem esse, normalmente mais elevado, e a rentabilidade começa a ficar cada vez mais pequena, em muitos casos, perde-se dinheiro. Este cenário ainda não é dos piores, o pior cenário é aquele em que não se levam bem as contas, e a empresa pensa que está a ganhar dinheiro com o projeto, quando na realidade está a perder; na maioria das vezes isto acontece, porque existem custos dos projetos (deslocações, atrasos, formação etc.), que não são atribuídos ao projeto, senão à empresa como um todo, ficando com a ilusão de que o projeto foi rentável.

#2 Entendendo a rentabilidade numa empresa COM uma cultura de Gestão de Projetos

Mas, e se fizermos bem as coisas? Será que conseguimos obter a rentabilidade esperada do projeto?

Ao fazermos o planeamento do projeto, ficamos a conhecer o custo do projeto, e a esse custo adicionamos a margem de rentabilidade do projeto.

Numa cultura de gestão de projetos o panorama apresenta-se de uma forma diferente:

– escolhemos só projetos que estejam de acordo com a nossa estratégia organizacional – projetos rentáveis.
– terminamos os projetos dentro do custo planeado, com a qualidade planeada e o prazo planeado- conseguimos obter a rentabilidade esperada
– minimizamos os riscos do projeto – conseguimos obter a rentabilidade esperada.
– aumentamos as oportunidades – conseguimos obter a rentabilidade esperada.
– gerimos as expectativas das partes interessadas. – conseguimos obter a rentabilidade esperada
– gerimos as mudanças .- conseguimos obter a rentabilidade esperada.

Sim, entendeu … A gestão de projetos não aumenta a rentabilidade do projeto, mas aumenta a probabilidade de terminar o projeto com a rentabilidade esperada. Evitando gastar o dinheiro em custos não planeados e ficar com prejuízo no projeto.

A cultura de Gestão de Projetos cria empresas economicamente sustentáveis.

E você? Considera que as empresas deviam ter uma cultura de Gestão de Projetos?