Questões Abordadas no Webinar: Pergunte Sobre Sustentabilidade em Projetos

Questões Abordadas no Webinar: Pergunte Sobre Sustentabilidade em Projetos


No dia 12 de Julho, realizamos o webinar gratuito “Pergunte sobre Sustentabilidade em Projetos”, conversamos com os participantes e demos respostas às dúvidas colocadas.

Deixamos aqui as perguntas que foram analisadas durante a sessão:

Q1: Como se relaciona a sustentabilidade com a gestão de projetos?


Q2: A sustentabilidade é introduzida em todos os grupos de processos, ou basicamente no planeamento e na execução?


Q3: Quando falamos de sustentabilidade, estamos a falar de sustentabilidade em produtos, em projetos ou na organização?


Q4: Qual a forma mais eficiente de introduzir a sustentabilidade nos projetos?


Q5: Podemos alinhar a sustentabilidade em projetos com o relatório de sustentabilidade?


Nesta sessão também discutimos sobre:

  • Certificação GPM: Sustentabilidade em Gestão de Projetos.
  • The Global Goals for Sustainable Development.
  • Sustentabilidade económica, social e ambiental.

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FORMAÇÃO EM

Gestão de Projetos, Gestão Estratégica e Business Analysis.

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Webinar Gratuito: Pergunte Sobre Sustentabilidade em Projetos

Data: 12 Julho, 2017
Duração: 30 minutos
Hora: 15:00 (WEST, Lisboa, Portugal)

Neste webinar terá a oportunidade de esclarecer as suas dúvidas sobre sustentabilidade em projetos.

Nesta sessão iremos:
» Responder às perguntas dos participantes, sobre Sustentabilidade em Projetos.
» Aprofundar em alguma área especifica requerida pelos participantes.
» Ilustrar as respostas com exemplos da vida real.

Lugares limitados. Para se inscrever envie um email para training@emete.com, indicando o seu nome, e as suas dúvidas (seja especifico, por favor).

Enviaremos, por email, o link do webinar antes do evento.


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Desenvolvimento Sustentável e o Gestor do Projeto

Desenvolvimento Sustentável e o Gestor do Projeto

Sustentabilidade é um conceito interessante. Tem sido utilizado no sentido do ambiente do nosso planeta, mas no dia 20 de Março de 1987, A Comissão de Berundtland das Nações Unidas utilizou um conceito diferente de sustentabilidade como parte do conceito de desenvolvimento sustentável “o desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades”

É engraçado ver como ainda precisamos de um conceito para nos lembrar como podemos ser melhores pessoas, para conseguirmos uma melhor sociedade.  ” Senso comum não é ação comum”, diz Shawn Achor.

As pessoas envolvidas em projetos devem pensar de uma forma responsável, tomando decisões que beneficiem não só a empresa mas também a sociedade e o meio ambiente. Como profissionais da gestão de projetos temos de manter o equilíbrio dos três pilares da sustentabilidade: Económico, Social e Ambiental nos projetos.

Neste ponto e com esta responsabilidade nos vêm a mente muitas perguntas: Como podemos integrar as boas práticas da Gestão de Projetos, a Responsabilidade Social, Energia, Ambiente, Qualidade, Partes Interessadas, Finanças, Aquisições, etc?. Parece confuso. É muita informação e no final de contas não é fácil de implementar. Afortunadamente temos a disposição um framework que integra todos estes conceitos, é um framework que nos guia no sentido de integrar a sustentabilidade nos projetos.

Como diz Joel Carboni “A Sustentabilidade começa com a Gestão de Projetos!”

The GPM® Reference Guide to Sustainability in Project Management.

“Com mais de 65 anos de experiência combinada em gestão de projetos, os autores Joel Carboni, Monica Gonzalez, e Jeff Hodgkinson criaram um guia de referência para a gestão de projetos com as melhores práticas para a integração da sustentabilidade com base na metodologia PRiSM.

A crença de que a Gestão de Projetos pode dirigir – na prática, e não apenas em teoria – um planeta e uma economia sustentável, este manual de 157 páginas, aborda os principais aspectos da sustentabilidade relacionando padrões internacionais, a nova ISO 21500 Orientação sobre Gestão de Projetos, bem como a forma de construir um plano de gestão da sustentabilidade utilizando o Método GPM® P5 ™ “

Ainda não está disponível uma versão em português, mas pode dar uma olhada sobre este ebook em:  http://www.greenprojectmanagement.org/the-p5-standard

E você? Integra a sustentabilidade nos seus projetos?

Robobraille em Portugal e no Mundo

RoboBrille.

Ao ler o livro Comunicar e Integrar, organizado por Augusto Deodato Guerreiro, encontrei um capítulo interessante dedicado a um projeto financiado pela Comissão Europeia, associado ao programa eTEN, com a finalidade de validar o serviço Robobraille Dinamarquês.

Esta validação foi realizada em cinco países: Chipre, Irlanda, Itália, Portugal e Reino Unido. O consórcio foi liderado pelo Synscenter Refsnæs (Dinamarca), e esteve integrado pelas seguintes organizações: St Josephs (Irelanda), Royal National College for the Blind (Reino Unido), ANS Associazione Nazionale Subvedenti (Italia), Pagkypria Organozi Tyflon (Chipre) e o Centro de Inovação para Deficientes (Portugal).

O serviço é simples, o RoboBraille oferece uma ferramenta que realiza a conversão de texto para Braille ou voz. Os utilizadores enviam os seus documentos como anexos em e-mails, e os recebem convertidos para Braille ou voz sintética.

Apesar do projeto já ter terminado há algum tempo (em 2007), têm sido realizadas algumas atividades, aproveitando o resultado deste projeto e de outros projetos.

  • Um acordo para desenvolver uma voz sintética da Gronelândia (Setembro 2013),
  • Criação do Projeto Robobraille Leonardo da Vinci. (Outubro 2013),
  • Criação do Projeto Prospery4all com o Robobrille como serviço chave. (Fevereiro 2014), e
  • mais recentemente, o serviço Robobraille lançado na Românica e na Bulgária (Abril 2014).

O projeto RoboBrille recebeu varios prémios:

  • 2008 Well-Tech award for Innovation and Accessibility, Itália,
  • 2007 Social Contribution Award, British Computer Society, Reino Unido,
  • 2007 Pricess Birthday Grant, Kjaeden, Dinamarca,
  • Projeto eTEN do Mês, Junho de 2007, Comissão Europeia,
  • Nomeado para Projecto eTEN do Ano de 2007, Comissão Europeia,

Conheça mais sobre este projeto em http://www.robobraille.org/

Como A Cultura de Gestão de Projetos Pode Afetar a Rentabilidade

Como A Cultura de Gestão de Projetos Pode Afetar a Rentabilidade.

Implementar os processos associados à gestão de projetos trás muitos benefícios. Analisemos só um deles: a rentabilidade.

#1 Entendendo a rentabilidade numa empresa SEM uma cultura de Gestão de Projetos

Muitos profissionais que ainda não utilizam a gestão de projetos, fazem mais ou menos uma análise de custo, colocam mais ou menos uma margem para a rentabilidade do projeto, apresentam a proposta ao cliente e se for aprovada começam a trabalhar no projeto.
Ao começarem a trabalhar, começam as surpresas… O custo não era bem esse, normalmente mais elevado, e a rentabilidade começa a ficar cada vez mais pequena, em muitos casos, perde-se dinheiro. Este cenário ainda não é dos piores, o pior cenário é aquele em que não se levam bem as contas, e a empresa pensa que está a ganhar dinheiro com o projeto, quando na realidade está a perder; na maioria das vezes isto acontece, porque existem custos dos projetos (deslocações, atrasos, formação etc.), que não são atribuídos ao projeto, senão à empresa como um todo, ficando com a ilusão de que o projeto foi rentável.

#2 Entendendo a rentabilidade numa empresa COM uma cultura de Gestão de Projetos

Mas, e se fizermos bem as coisas? Será que conseguimos obter a rentabilidade esperada do projeto?

Ao fazermos o planeamento do projeto, ficamos a conhecer o custo do projeto, e a esse custo adicionamos a margem de rentabilidade do projeto.

Numa cultura de gestão de projetos o panorama apresenta-se de uma forma diferente:

– escolhemos só projetos que estejam de acordo com a nossa estratégia organizacional – projetos rentáveis.
– terminamos os projetos dentro do custo planeado, com a qualidade planeada e o prazo planeado- conseguimos obter a rentabilidade esperada
– minimizamos os riscos do projeto – conseguimos obter a rentabilidade esperada.
– aumentamos as oportunidades – conseguimos obter a rentabilidade esperada.
– gerimos as expectativas das partes interessadas. – conseguimos obter a rentabilidade esperada
– gerimos as mudanças .- conseguimos obter a rentabilidade esperada.

Sim, entendeu … A gestão de projetos não aumenta a rentabilidade do projeto, mas aumenta a probabilidade de terminar o projeto com a rentabilidade esperada. Evitando gastar o dinheiro em custos não planeados e ficar com prejuízo no projeto.

A cultura de Gestão de Projetos cria empresas economicamente sustentáveis.

E você? Considera que as empresas deviam ter uma cultura de Gestão de Projetos?