Gestores De Projeto Treinam Com O SimulTrain®. Entrevista Com Pilar Braz

Pilar Braz

PILAR BRAZ: Learning is experience… everything else is just information.

Porque devemos ouvi-la:

Pilar Braz, psicóloga, coach, líder e facilitadora de seminários de desenvolvimento de soft skills, desde 1994. Trabalha com pessoas e equipas para o aumento da sua eficiência e satisfação pessoal, assim como, no apoio ao desenvolvimento e à mudança necessária em pessoas/equipas em organizações, para poderem lidar positivamente com os seus desafios e alcançarem com sucesso os seus objetivos.

Desde 2003 a liderar com sucesso a empresa Learning Loops Lda, especializada na formação e desenvolvimento de líderes e de equipas através de simulações de negócio e atividades action oriented. Possui mais de 6 anos de experiência de coaching de gestores de projeto e de equipas de projetos estratégicos, multi-funcionais, multi-culturais, em contexto de trabalho de projeto presencial e virtual. A Learning Loops é parceira do grupo suiço Stucki Leadership-Teambuilding e da STS, empresa especializada em e-learning e simulações para o desenvolvimento de competências de Gestão de Projetos, com quem partilha know-how sobre a aprendizagem experiencial, base de todo o seu trabalho.

Para ela: “Learning is experience… everything else is just information.”

Entrevista:

Mirla Ferreira: A utilização de técnicas de simulação é um recurso interessante na aprendizagem e muito utilizado em diversas profissões. Porque criar um simulador de projetos?

Pilar Braz: Tal como para os pilotos de aviões seria impensável pilotar um avião sem a experiência de um simulador de vôo, no qual colocam em prática tudo o que aprenderam na teoria , “apuram” competências e testam a sua capacidade de vôo em diferentes cenários também para um gestor de projetos deveria ser impensável fazerem toda a sua aprendizagem de um ponto de vista teórico e puramente cognitivo sem porem à prova as suas competências reais e sem se confrontarem com o resultado das suas decisões na prática. Tanto num caso como noutro as consequências financeiras e ao nível humano podem ser muito grandes e muito lesivas e não há a necessidade de correr tantos riscos. Todo o investimento que se pode fazer para ter gestores de projeto mais sensíveis às implicações nos mais variados indicadores de um projeto e às múltiplas consequências das suas decisões é pouco! acho que compensa largamente não os deixar apenas aprender e ganhar experiência com a realidade…

Mirla Ferreira: O que é o SimulTrain®?

Pilar Braz: O SimulTrain® é um simulador de Gestão de Projetos informático (com versão online ou desktop) que, muito à semelhança de um simulador de vôo, colmata a lacuna que existia na formação de gestores de projetos proporcionando-lhes a experiência do que vem a seguir à assinatura do charter do projeto e ao planeamento (project task breakdown, definição de flow chart, gantt chart e estudo dos recursos necessários para realizar com sucesso o projeto…), isto é, da gestão real de um projeto desde a implementação de uma determinada estratégia através da alocação dos recursos, da tomada de medidas de gestão do risco, de controlo de qualidade e da tomada de toda uma série de decisões decorrentes da realização de projetos em diferentes cenários e com graus de exigência diferentes, e veio proporcionar a oportunidade aos futuros gestores de projeto de testarem as competências adquiridas e aprenderem diretamente com o resultado das suas decisões, boas e más, sem o custo e o impacto real que estas poderiam ter se fossem tomadas num projeto real. Treina e desenvolve competências técnicas e comportamentais.

Mirla Ferreira: A simulação computacional apresenta diversas vantagens para todas as etapas de desenvolvimento de projetos. Qual é o conceito pedagógico por trás do simulador SimulTrain® que o faz tão efetivo?

Pilar Braz: Basicamente o SimulTrain® é uma ferramenta de aprendizagem experiencial, “action oriented” e “hands-on”, que envolve os participantes a um nível intelectual, emocional e fisicamente tornando a experiência de aprendizagem rica a diferentes níveis. Coloca os participantes, 4 por simulador, a funcionar como uma equipa que comunica para analisar situações e tomar decisões, negociando entre si, gerando indiretamente aprendizagens e insights ao nível dos soft skills tão essenciais para a gestão de projetos – cada elemento assume uma perspetiva e uma responsabilidade diferente no projeto: qualidade, tempo, custo ou motivação – recria o stress e a tensão real existente na tomada de decisões que são idênticas às que surgem na realidade, ditadas pelas diferentes perspetivas dos múltiplos e diferentes stakeholders.

A sua construção assentou numa investigação exaustiva realizada na universidade de Lausanne pelo Prof. Roland Sauter, fundador da STS, sobre a formação e a preparação que recebiam os gestores de projetos e sobre as lacunas, sentidas e relatadas por estes, quando se confrontavam com a responsabilidade real de gerir projetos, muitos dos quais de grande complexidade aos mais diversos níveis: humano, técnico e financeiro e de cujo resultado dependia o sucesso ou insucesso das empresas a que pertenciam.

Interessado em realizar uma Simulação de Gestão de Projetos com o SimulTrain®? A Emeteclass é parceira da STS na utilização do SimulTrain®. Inscreva-se na formação Simulação de Gestão de Projetos e venha aprender num ambiente de stress, a tomar as decisões mais acertadas de problemas que ocorrem no dia-a-dia dos projetos.

Formação Presencial e Formação Intra-empresa disponível.

A sua vez ….
Considera que o simulador de gestão de projetos é interessante como ferramenta de aprendizagem? Já utilizou o SimulTrain®? Deixe-nos aqui o seu feedback.

When Should An Agile Method Be Used In A Project?

When Should An Agile Method Be Used In A Project?

Agile has become very popular in the last few years. Its iterative and flexible approach is considered more and more suitable to manage information technology development projects in fast changing organizations.

There are multiple Agile software development methods that can be adopted, Extreme Programing (XP), SCRUM, Lean Development (LD) and Dynamic System Development Methodology (DSDM) are some of them. From those, SCRUM is the most popular and widely used. The Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK® Guide) includes Agile methods under the Project Lifecycle definition: “Adaptive life cycles are intended to respond to high level of change and ongoing stakeholder involvement. Adaptive methods are also iterative and incremental, but differ in that iterations are very rapid (usually with a duration of 2 to 4 weeks) and are fixed in time and costs”. PMBOK ® Guide Fifth Edition, page 46.

When an Agile method should be applied to a project? In order to take that decision you may verify the following characteristics in your project:

Project size: Agile works better in small projects where you can provide small and punctual deliverables in very short periods of time in order to build gradually the final product. It is also good to use Agile in complex projects where the customer has difficulties to define the requirements or those are subject to change very frequently. You may also break a big project into smaller parts and apply Agile to manage those parts individually.

Customer / stakeholder’s availability: Agile requires high stakeholder engagement as deliverables are to be produced in very short periods of time covering multiple iterations. Stakeholders provide high-level input to produce those deliverables and they normally participate in the testing process. Collaboration between stakeholders is very important.

Project objectives and requirements: if requirements change frequently, Agile provides a flexible approach that let you prototype ideas to the customer in a fixed time-scale, allowing modifications to deliverables in each iteration. In an Agile approach requirements emerge gradually by constant feedback cycles and interaction among project participants.

Project team: in Agile, the team is empowered and self-organized to accomplish the tasks. They work in a truly cooperative environment where leaders collaborate with team members to produce the deliverables in an incremental way. It is important to take on account if the team is collocated or geographically dispersed in order to evaluate the organization and communications difficulties you may face.

Project estimation and planning: when using Agile the iterations are the planning units for your project. In every iteration, a set of activities related to certain deliverable(s) is completed. You may not get the deliverable(s) for that iteration totally correct, then you would refine them in the next iteration and so on. If planned deliverables cannot be completed within the specified iteration, functionality may be reduced or tasks may be rescheduled.

Project’s value for the Customer: verify with your client if the project results will add more value if they are accomplished incrementally, in small pieces or if his expectations will be fulfilled only when he can see a complete product.

Organization’s experience in Agile methodology: if your organization is new to Agile concepts it will take more time and effort to adopt those processes before you can apply them to a project. If that is your case, you may start talking about Agile and promote its use among your teams.

Some projects suit Agile more than others. For example. if your project’s main objective is to implement an ERP module where the supplier has a pre-defined process and detailed steps, it might be better to adopt a water fall approach. By contrast, if your project is related to a reporting system where multiple reports will serve diverse business units or it includes the deployment of a system that requires multiple iterations to be setup and tune, an Agile approach would work better.

In my next entry I’ll talk about the project manager role in Agile projects.

Are you using Agile already to manage your projects? Share your experience with us, we’ll be happy to hear from you.

A Gestão De Projetos Nos Dias De Hoje: TechDay 2013

Seguem algumas reflexões da palestra “A Gestão de Projetos nos dias de hoje”, realizada no passado 23 de Maio no evento TechDay 2013 que decorreu na Universidade Lusófona do Porto.A Gestão De Projetos Nos Dias De Hoje: TechDay 2013

Existem 8 fatores que nos dão uma visão de onde está hoje em dia a Gestão de Projetos e para onde caminha.

1. GESTÃO DE PROJETOS UMA COMPETÊNCIA DO SÉCULO XXI

Até recentemente, chegávamos a ser gestores de projeto por acidente. Éramos aqueles técnicos que, ao fazer um bom trabalho, éramos premiados com a liderança de um projeto. O problema desta abordagem é que as competências necessárias para sermos gestores de projetos bem-sucedidos nada tem a ver com as competências necessárias para sermos bons técnicos. Éramos também postos nessa nova posição sem a formação adequada. O resultado? Projetos realizados sem sucesso, noites sem dormir, e fins de semana a trabalhar.

Hoje em dia a indústria, na sua maioria, reconhece a gestão de projetos como uma profissão. Reconhece que o gestor de projetos possui um conjunto de qualidades únicas que são necessárias para o bom funcionamento organizacional. Reconhece que o gestor de projetos precisa de “soft skills”, liderança, boa comunicação, saber motivar, gerir adequadamente o seu tempo, ter conhecimentos de coaching, etc.

Vemos que nos dias de hoje existe no mercado um conjunto de certificações, tais como, PMP®, Scrum e GPM®, que dão credibilidade à gestão de projetos como uma competência separada da parte técnica.

O PMI (Project Management Institute), que tem sido o maior defensor mundial da profissão de gestão de projetos, existe desde 1969. No entanto, só agora é que começa a existir um despertar neste campo. A profissão já é considerada uma competência básica para o século XXI.

O conhecimento das boas práticas na gestão de projetos é o pilar onde se sustentam os próximos 7 fatores, sendo o primeiro deles “Equipas virtuais de trabalho”.

2 – EQUIPAS VIRTUAIS DE TRABALHO

Num mundo onde as pessoas estão a começar a exigir um nível de equilíbrio entre trabalho/vida que envolve menos viagens e mais tempo com a família, o gestor de projetos tem de aprender como trabalhar com:

  • recursos humanos distribuídos por várias zonas geográficas
  • diferentes fusos horários
  • diferentes culturas
  • diferente legislação

O gestor de projeto bem sucedido precisa de saber como usar ferramentas de colaboração de projeto e efetivamente gerir equipas virtuais.

3 – A SUSTENTABILIDADE COMEÇA COM A GESTÃO DE PROJETOS

Lala Deheinzelin, pioneira em economia criativa no Brasil, alerta frequentemente nas suas palestras para o facto de que nos dias de hoje ainda nos damos ao luxo de utilizar a palavra “Sustentabilidade” como um adjetivo, que ainda podemos “ser” ou “não ser” sustentáveis, e que isto no curto prazo irá mudar. A sustentabilidade tem de formar parte da nossa cultura.

Estamos a assistir ao facto de que a sustentabilidade na gestão de projetos é um passo evolutivo natural para esta disciplina, e que ela nos vai permitir maximizar o valor, a longo prazo, da profissão gestão de projetos. E porquê? Porque a sustentabilidade em projetos se correlaciona com a sustentabilidade da organização (pessoas, planeta, lucro, processos e produtos). Projetos sustentáveis significam uma organização sustentável.

Neste sentido, o guia de referência GPM® para a Sustentabilidade em Gestão de Projetos, contêm as boas práticas para a integração da sustentabilidade com base na metodologia PRiSM Project Management.

4 – METODOLOGIAS ÁGEIS

Metodologia Ágil é uma alternativa à gestão tradicional de projetos, normalmente usada no desenvolvimento de software. Ela ajuda às equipas de trabalho a responder à imprevisibilidade através de uma abordagem incremental e iterativa, utilizando iterações conhecidas como sprints. Dado que um sprint, é realizado numa janela de tempo muito curta (normalmente 1 mês), este tipo de metodologia serve como resposta às mudanças, que acontecem cada vez mais depressa à nossa volta.

O Scrum é a metodologia ágil mais utilizada.

5 – TRASFORMAR ESTRATÉGIA EM AÇÃO

Se seleccionar e iniciar projetos é a maneira de transformar a estratégia em ação, porque é que ainda não estamos a seleccionar os projetos mais adequados nas nossas organizações? Qual é o nível de maturidade da gestão de projetos dentro da nossa empresa? Será que os projetos que estamos a executar atualmente estão alinhados com a nossa estratégia? Será que temos projetos, para todas e cada uma das nossas estratégias? Ou será que temos estratégias sem projetos, e projetos que não estão associadas a nenhuma das estratégias?

Convém reflectir sobre o que andamos a fazer.

6 – A ÚNICA CONSTANTE É A MUDANÇA

Gestores de projetos bem-sucedidos terão de se adaptar :

  • às novas tecnologias
  • a diferentes métodos de comunicação
  • a diferentes meios de comunicação social
  • a trabalhar na internet
  • a novos formatos de hardware
  • a novas aplicações

Tudo isso vai mudar a nossa forma de gerir pessoas, projetos, clientes, organizações e informação. A mudança tem tendência a aumentar e quem abraçar as mudanças, se adaptar às novas abordagens, e estiver disposto a assumir riscos, vai colher os benefícios de sucesso.

7 – CRESCIMENTO EMPRESARIAL

Como se consegue? Construindo resultados. Como construímos resultados? Com projetos bem sucedidos.
Os quatro elementos para reflexionar na construção de resultados são:

  • A maturidade da gestão de projetos. Hoje em dia a gestão de projetos está mais madura, o que nos permite construir resultados. Não entendamos isto como que o fim justifica os meios. É necessário ter o equilíbrio entre resultados e pessoas, equilíbrio este que nos permite manter a sustentabilidade da empresa.
  • O crescimento organizado.
  • A minimização de problemas: é mais caro financiar a crise do que planear.
  • A gestão do âmbito, risco, comunicações, e recursos humanos. Tendo especial atenção aos recursos humanos, que são a componente mais difícil de gerir. Não foi colocado aqui custo nem prazo, porque estes são uma consequência direta da gestão de âmbito, risco, comunicações e recursos humanos.

8 – SUPERAR BARREIRAS DE IMPLEMENTAÇÃO

Este oitavo fator foi colocado de último porque é o maior desafio na implementação da gestão de projetos na organização. Um processo consistente com a cooperação dos colaboradores, é sem dúvida um grande desafio.

O maior obstáculo? O recurso humano.
Os principais elementos? A crise e a atitude.

  • Crise → ganância, insegurança, preocupações, oportunidades, desafios. São palavras que nos vêm à mente quando falamos de crise. Infelizmente, como a ganância, a insegurança, e as preocupações falam mais alto, a crise é a desculpa para não avançarmos na direcção correta.
  • Atitude → Disciplina, responsabilidade, transparência, persistência, é o que temos de ter para conseguir superar as barreiras.

Faça parte da transformação, não seja você uma barreira na implementação!

PORQUE NÃO?

Esta é a frase que nos deveria orientar ao pensar no progresso!

Porque não estudamos gestão de projetos se é uma competência essencial no século XXI?
Porque não gerimos adequadamente projetos se a sustentabilidade começa com a gestão de projetos?
Se a selecção e iniciação dos projetos é a maneira de transformar a estratégia em ação, porque ainda não estamos a utilizar, técnicas e ferramentas de selecção de projetos na nossa empresa?
Se ter projetos bem sucedidos é a base de um crescimento empresarial, porque ainda não trabalhamos de uma forma organizada?

O que é que nos detêm?

Não pense que a gestão de projetos é só para grandes empresas. A eficácia e eficiência não têm nada a ver com o tamanho da empresa, mas sim com a forma de trabalhar.

A gestão de projetos é uma ferramenta que o ajuda a trabalhar de forma inteligente.

Agora é a sua vez. Que outro fator acha que podíamos adicionar a esta lista? Como pensa que podemos superar as barreiras que nos detêm na implementação de boas práticas na empresa?

O Futuro Promissor Do Mundo Empresarial

O Futuro Promissor Do Mundo Empresarial
“De nada serve ao homem queixar-se dos tempos em que vive. A única coisa boa que pode fazer é tentar melhorá-los.” – Thomas Carlyle

Estamos no meio de um processo de transformação no mundo empresarial. É frequente observar, cada vez mais, que a motivação das pessoas dentro da organização passa por estímulos dedicados ao trabalho em equipa, bom relacionamento entre funcionários, uma liderança que respeite os valores pessoais, uma boa resolução de conflitos, em suma, passa pela ética profissional.

Se a sua empresa tem falta de integração de colaboradores, baixa produtividade, insatisfação de clientes, vícios corporativos, falta de comunicação, alta rotação de pessoal, insatisfação nos funcionários, é chegado o momento de avaliar e procurar integrar na gestão estratégica da empresa, não só o factor económico, senão o factor ambiental, social e ético.

Viktor Frankl, sobrevivente dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial, muito conhecido pela sua célebre frase: “Pode-se tirar tudo de um homem excepto uma coisa: a última das liberdades humanas – escolher a própria atitude em qualquer circunstância, escolher o próprio caminho”, é psiquiatra fundador da logoterapia. Com a finalidade de medir os objetivos futuros, realizou um estudo com 7.948 alunos de 48 faculdades da Universidade John Hopkins e chegou aos seguintes resultados: 16% declararam que seu objetivo principal era ganhar muito dinheiro, 78% declararam “encontrar um objetivo e um sentido para a vida”. A pesquisa é citada por Viktor Frankl, numa conferência em Toronto em 1972. Não, não é uma pesquisa nova, existem outras, mas esta mostra que desde 1972 a maioria das pessoas quer para o seu futuro “um sentido para a vida”. Este sentido não passa só pela família e pela sociedade onde estamos inseridos, senão também pela empresa onde trabalhamos.

Sinais de Alerta

Existem sinais por todo lado, como indicadores do mau estado das empresas, da procura da mudança, do descontentamento de colaboradores, clientes e fornecedores com a falta de valores que ainda existe em muitas empresas.

» Desemprego é um dos sinais mais fortes da transformação do mundo empresarial.
» Problemas frequentes no trabalho, falta de produtividade, e stress que prejudica a saúde.
» Problemas frequentes com colegas de trabalho,
» Empresas tradicionais, não permitem ao colaborar auto realizar-se, pelo que cada dia existem mais pessoas a procurar fazer alguma coisa diferente.
» Existe uma forte crença de que existem coisas mais importantes para fazer do que ter um emprego que não nos preenche.

Sinais de Mudança

O mundo mudou, as nossas carreiras também estão a mudar. Existe, mundo fora, empresas onde além de dar cumprimento às necessidades básicas de seus funcionários em termos de vencimento e segurança, permitem que as pessoas que lá trabalham possam auto-realizarse.

» No início da década de 90, redes académicas foram formadas: a Society for Business Ethics nos EUA, e a EBEN European Business Ethics Network na Europa, criando-se revistas especializadas como a aBusiness Ethics Quarterly (1991) e a Business Ethics: a European Review (1992).
» Nesta mesma ocasião foi criada a ISBEE – International Society for Business, Economics, and Ethics. O Prof. Georges Enderle, então na Universidade de St.Gallen, na Suíça, iniciou a elaboração da primeira pesquisa em âmbito global, apresentada no 1º Congresso Mundial da ISBEE, no Japão, em 1996. Foi ressaltada a existência de três modos inter-relacionados de abordagem da ética no âmbito das empresas: falar sobre ética, pensar sobre ética e atuar eticamente.
» A Ética começa a formar parte da gestão estratégica empresarial. É um elemento que vai determinar a sobrevivência da empresa.
» A sustentabilidade vai deixar de ser uma opção, para ser o modo normal de operar das empresas.
» Os colaboradores passam a ser a parte central da empresa,
» Os vícios corporativos começam a ser transformados em bons hábitos.
» Felicidade no trabalho é já um valor a ter em conta no campo profissional.
» As empresas estão a valorizar o ser humano, criando metas em conjunto, não só a nível da carreira profissional senão a nível de comportamentos esperados dentro da organização.
» A procura de emprego, começa a basear-se em empresas que partilhem o mesmo conjunto de valores.
» Existe um alto investimento, por partes das empresas, em melhorar competências como: liderança, desenvolvimento pessoal, comunicação, motivação, resolução de problemas e coaching.
» Gestão estratégica, gestão de projetos, gestão da mudança, gestão de recursos humanos, gestão da produção e, em geral, qualquer área de gestão inclui orientações de ética a serem consideradas boas práticas empresariais.
» As empresas já começaram a contratar não só pelas competências técnicas, senão também pelas competências comportamentais.

O Futuro

Responsabilidades sociais, motivação, comunicação, liderança, trabalho em equipe, são alguns elementos que estão fortemente ligados com a ética. O resultado das empresas onde integram a ética em todos os níveis de funcionamento, produzem não só colaboradores mais contentes, com mais produtividade, senão clientes mais satisfeitos e felizes.

O líder joga um papel fundamental, deve ser capaz de transmitir confiança a todas as partes envolvidas. Uma boa empresa já não é aquela que apresenta lucro, mas a que também oferece um ambiente gratificante, é socialmente responsável, existe respeito, e onde as pessoas podem desenvolver conhecimentos, virtudes, e sentir-se bem com aquilo que fazem.

Fica aqui o convite ….. “Faça da felicidade um hábito!”

E você?, esta também a participar de uma forma positiva desta transformação do mundo empresarial?
Conte-nos a sua história!

Skills To Succeed At Work

Skills To Succeed At Work
Today, many companies are reporting that their number one constraint on growth is the inability to hire workers with the necessary skills. – William J. Clinton

Develop soft skills not only help you achieve success in the workplace but in life. What are soft skills? What do employers look for in new employees? What soft skills we have to learn? These are frequent questions in professional environments.

Each company looks for a different mix of soft skills and experience depending on the business it’s in. Soft skills are important because they help people to do a better job, increase productivity, quality, retention and at the same time reduce stress and conflicts. Soft skills represent an indicator of job performance like hard skills. Successful people usually develop skills, attitudes and behaviour that help them to have a positive impact on the choices inside their organization.

The most common skills companies look for are:

» Ability to give, receive, accept and learn from construct criticism
» Assertiveness and negotiations,
» Creative thinking
» Effective decision making
» Flexibility, adaptability and observation
» Good communications
» Influencing
» Leadership
» Positive attitude
» Problem solver
» Reflection
» Self-confidence
» Strong work ethic
» Teamwork and collaboration
» Time management and work organization
» Working well under pressure

Each person is different…

Are you really ready to work?
Your mix of skills and experience will be different and depend on job characteristics.Remember, it’s your combination of hard and soft skills that increase your chances of being considered for a job position.

Tell us what other soft skill do you think is important?

Want more?
You can learn more about soft skills in our courses. The courses will provide you with the essential personal development to achieve positive results and increase your contribution in the workplace.